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Êxitos

 

A diferença está no chassis

Uma empresa que nasce da ideia de poucas pessoas e em breve consegue crescer até fazer concorrência aos grandes nomes do setor, merece certamente atenção. Falamos da SOR, empresa da República Checa que até hoje produz cerca de 33 diferentes tipos de ônibus e que tem feito da tecnologia laser um elemento imprescindível da própria atividade.


"A maior parte são ônibus urbanos e interurbanos", explica Petr Hayek, Chefe Executivo da SOR. "No ano passado produzimos bem 550 ônibus". Hoje, SOR è uma realidade com mais de 600 funcionários e os seus ônibus cobrem mais de 75% do mercado checo e eslovaco.

Os outros 25% são exportados, principalmente para países como a Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia, Serbia e Russia. Mas hoje, temos sucesso também na Bélgica e Dinamarca; Ultimamente, 20 ônibus foram enviados também para as ilhas Faroe.

 

A ideia fixa de fabricar um ônibus


A ideia fixa de fabricar um ônibus

O engenheiro Frantisek Diblik, Chefe Tecnólogo da SOR é um dos defensores e fundadores da sociedade e narra como tudo começou em 1990, quando junto com outros três gerentes que tinham saído de uma outra empresa importante, produtora de ônibus, assumiram uma fábrica que produzia elementos pré-fabricados para a construção civil, direcionando-a para o setor automotivo.

"Em virtude do nossa back-ground di competência e experiência- explica Diblik- inicialmente nos dedicamos a fabricar peças de reposição para ônibus. Mas o nosso objetivo real era de produzir ônibus. Então, em 1995 nasceu os nossos primeiros veículos de 7,5 m para o transporte de passageiros, um ônibus pequeno, na época pouco presente no mercado e que, sobretudo, não tinha concorrência. De qualquer forma, foi difícil começar com um produto desse tipo, pois naquele momento o nome da nossa antiga empresa era sinônimo de ônibus no nosso país. Mas aos poucos, ampliamos a gama dos modelos produzidos, adicionando ônibus maiores de 9,5 a 12m, diferenciando também os modelos. A produção cresceu de modo constante até chegar a produzir mais de 200 ônibus por ano. Mas a verdadeira virada aconteceu em 2005 com o ingresso como acionista da SOR, do grupo financeiro J & T. Em 2007, a produção chegou a 400 ônibus. Desde então, mantivemos esse número até a crise de 2008/2009, quando conseguimos, de algum modo, manter esse nível de produção.

Hoje SOR é referimento absoluto no mercado checoslovaco e tem contratos importantes de fornecimento com a cidade de Praga (650 ônibus em cinco anos) e de Bratislava (100 ônibus).

 

A diferença está no chassis


A diferença está no chassis

Os ônibus são vendidos através de licitações, onde os fatores determinantes para a vitória são o preço, o consumo inferior e o custo da produção reduzido. "Temos uma relação justa entre preço e rendimento. Conseguimos dar tudo o que é necessário para um ônibus moderno, a um bom preço. Os nossos ônibus têm um design atraente e é tão eficiente quanto àqueles dos melhores concorrentes", diz Martin Drabek, tecnólogo da empresa.

O custo baixo do serviço deriva também de um uso importante da tecnologia nos processos produtivos dentro da empresa, mas como se conjuga preço baixo e tecnologia em um único produto? "Nos dias de hoje, nenhum produtor sério pode deixar de montar acessórios de primeira qualidade", explica Drabek. "Partes, como o motor, o cambio, os freios, os eixos, o climatizador, são praticamente componenties padrão para os quais existem produtores especializados que não podemos negligenciar para ser competitivo no mercado europeu. Não está aqui a economia. A diferença está no chassis".

Há também o custo horário da manutenção e quantidade de peças de reposição e a confiabilidade do ônibus. Todos esses fatores contribuem para obter a redução dos custos de produção do qual se falou".

 

Foi uma escolha natural


Foi uma escolha natural

Falando dos processos produtivos adotados pela SOR, è importante mencionar que a tecnologia laser, em particular, aquela fornecida pela BLM GROUP, para o corte de elementos construtores de chassis, constitui o coração da atitivade produtiva. "Não posso imaginar a produção sem o uso do laser", afirma o senhor Diblik. "Antes, tínhamos algumas máquinas tradicionais para o corte mecânico, mas a demanda por peças mais precisas e o aumento do volume produtivo nos empurrou para o laser. Foi uma escolha normal e natural".

A primeira escolha caiu sobre LT COMBO, uma máquina universal que trabalha lâminas de metal e tubo e por esse motivo foi a primeira a ser empregada em três turnos. Mas, com o aumento dos volumes produtivos, cresceu também a quantidade de tubo retângulo para corte. "Quando tivemos que aumentar a produção, escolhemos um lasertubo porque na nossa zona não há fornecedores/representantes de tubos cortados a laser com os quais poder contar e assim, a segunda máquina serve também como segurança no caso de problema com a primeira", afirma ainda Diblik. "Conseguimos duplicar a produção no mesmo espaço produtivo. Mas as vantagens não são quantificáveis somente no maior volume produtivo. Antes do laser, executávamos muitas operaçoes de recuperação de peças que hoje não são mais necessárias pois o laser assegura uma peça já terminada; a precisão dos componentes, dessa forma, aumentou; isso permite realizar novos tipos de junções com encastros impensáveis anteriormente que, por sua vez, simplificaram as ferramentas de soldagem. O corte dobradura permite reduzir o numero de cortes. Muito útil também o cinzelamento/entalhe que acelera o trabalho sucessivo indicando com a precisão da máquina laser o ponto no qual executar uma operação sucessiva.

Entre os pontos de força do sistema laser adotados pela SOR, está certamente, a fonte laser de Rofin que constitui uma garantia de qualidade e confiabilidade no campo dos lasers CO2.Tudo isso, mesmo necessitando processar tantos materiais de elevada reflexão que hoje ainda não são capazes de cortar e mesmo sabendo que ADIGE poderia fornecer também um sistema com laser em fibra, capaz de fazer esses trabalhos".

 

Com uma antecedência de 2 anos


"O ano de 2012 corre o risco de ser um ano complicado" afirma Mr. Hayek. "A sociedades de transporte públicos estão muito empenhadas na redução dos custos. Por essa razão digo que 2012 será positivo se conseguirmos manter o nível produtivo do ano passado. Por ser melhor que a concorrência, fomos sempre pioneiros ao pensar em determinados modelos de ônibus que nos permetissem prever as tendências e problemáticas.

Fomos os primeiros a fazer o "low entry" (entradas rebaixadas) e os ônibus pequenos de 8,5m, mas sobretudo, fomos precursores em elaborar e produzir o ônibus elétrico. O nosso ônibus a bateria elétrica assegura uma autonomia de 150 km com uma única recarga. Fomos os primeiros a fazer o ônibus articulado, com cinco portas, Agora outros fizeram o mesmo".Por essa nossa capacidade, confiamos no futuro", afirma Hajek.

"Mesmo sendo pequenos, nos sentimos líderes pelas novidades e pelas ideias che introduzimos no mercado. É isso que tem nos ajudado a crescer e a concorrência esteve sempre atrás de nós.

 
 
 
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